Elizia Fênix




ELIZIA FÊNIX
CADEIRA: 53
PATRONO: DARIO VELLOZO
BRASIL

Elizia Vatrim Lima, nome artístico Elizia Fênix, natural de Mafra SC.

Escritora, compositora, poetisa, neuroalfabetizadora.

Servidora Pública Federal Aposentada, cargo Técnico de Enfermagem (Justiça do Trabalho). Participei de quatro Antologias do PARNASO POÉTICO. E quatro Antologias Internacionais ALÉM-MARES, organizado por Jones Pinheiro, mentor e músico, Projeto Chá da Vida Brasil. Escrevi vários livros, entre eles MAPINGUARI Arte & Cultura, CARRILHONISTA DE MAFRA contos e poesias, JACIARA, a senhora da lua, AUTISMO NÃO TEM CARA, ANSIEDADE uma luta com autismo. Caderno: Escada da Alfabetização.


Projetos

 Em 1995, criei em parceria com o SINJUTRA Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho o Projeto Fênix de Incentivo à Leitura e Musicalização

Infanto/Juvenil, fiz convênio com a Biblioteca Pública do Paraná e com a Escola Municipal Professor Francisco Hübert. Fiz parceria com a Editora Decisório Trabalhista LTDA. Do jornalista Silvonei Sérgio Piovisan. Que produziu o Caderno ESTANTE DAS PRIMEIRAS LEITURAS DA FAMÍLIA. Aplicado na comunidade, público alvo Infanto/Juvenil e suas famílias.

 Em 2008, criei o Projeto Mapinguari, concepção e execução Elizia Vatrim Lima, orientação professora Marta Morais da Costa. Vinculado: Projeto Laboratório de Leitura / Casa da Leitura / Coordenação de Literatura / Diretoria de Ação Cultural / Fundação Cultural de Curitiba.

Público alvo: crianças de 4 a 9 anos de idade, e suas famílias da comunidade. Ocasião em que produzi o livro MAPINGUARI Arte & Cultura.

 Em 2020, criei o projeto Arte da Escrita e da Fotografia Inclusiva na Diversidade do Autismo, em parceria com o cantor cearense JotAlencar.

“A arte tem o poder de promover a inclusão social e profissional. A arte pode permear o tratamento do autismo. O autismo não tem cura, mas grande parte dos seus sintomas pode ser aliviado se utilizando da arte:

Arte de Orar, de escrever, de fotografar, cantar, poetar, tocar um instrumento... É uma ferramenta que ajuda o autista, além de desenvolver o seu talento Artísitico e as habilidades sociais, de contato visual, problemas sensoriais que muitas vezes é um incômodo. A arte dá essas alternativas de ajuste e adequação nos ambientes”

Público alvo: crianças típicas e atípicas, enfoque TEA e TDAH e suas famílias da comunidade.

 Esse projeto Arte da Escrita e da Fotografia Inclusiva na Diversidade do Autismo foi entregue no em 2023 no “Encontro Regional Sobre Autismo” que aconteceu na Assembleia Legislativa de Curitiba, reuniu vários parlamentares, famílias e Associações, médicos e outros para discutir tratamentos, educação, ensino e aprendizagem, políticas públicas, para atendimento do público autista. O nosso trabalho com as famílias da comunidade é único que trabalha com arte, cultura, ensino e aprendizagem (alfabetização), para autistas e outros com dificuldade para aprender a ler e escrever. O nosso trabalho foi incluído no relatório da Comissão de Saúde da Câmara Federal em Brasília”.

Em 2024, criei o projeto Escada da Alfabetização

Promove a literacia emergente no contexto familiar

O que é Literacia Familiar?
Para a Política Nacional de Alfabetização (PNA), literacia é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados à leitura e à escrita, assim como sua prática produtiva. Ou seja, a literacia diz respeito ao ensino e à aprendizagem das habilidades preditoras da alfabetização (de leitura e escrita), antes de a criança frequentar o Ensino Formal (escola), é papel da família, educadores, cuidadores e outros desenvolver a linguagem oral, consciência fonológica (rimas, brincar, aliteração, ler em voz alta junto com a criança, estabelecer diálogos com a criança, que começa a partir do nascimento do bebê, a primeira educadora da criança que se comunica com ela é a mãe. Depois vem a escola.   

Público alvo: crianças de 0 a 6 anos de idade, com enfoque no TEA e TDAH, é um projeto que atende famílias da comunidade.

Exemplo: é o curso Alfabetizando em Casa que trabalha com a mãe do autista, educadores, alfabetizadores e outros interessados, da comunidade que acontece na Casa do Saber TRT9.


PATRONO
Dario Vellozo (Rio de Janeiro, 1869 — 1937) construiu, em 1909, o Instituto Neo-Pitagórico, espaço de debates literários e da cultura helenística e do movimento simbolista em Curitiba. Criou a revista O Cenáculo (1895-1897). Em 1996 a Prefeitura de Curitiba publicou o volume Cinerário & outros poemas, organizado por Cassiana Lacerda.